Mim, Tarzan

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Sou a rima de minhas linhas. O que não sou, elas são. O que não falo, elas falam, e no final, as completo sendo o autor. Sempre costumei falar que todos que gostam de escrever são pessoas oprimidas, são pessoas que sofrem opressão de suas idéias e pensamentos, escrever é uma fuga para tal pesar. Este é então, o local onde não mais serei oprimido. :)

terça-feira, 19 de abril de 2011

“Essas garotas ainda vão me matar”



De mês em mês elas vem, de mês em mês elas vão. Não é nenhum caso de depressão ou qualquer outra coisa que seja, são apenas mais alguns versos de milhões que já existem sobre elas, as lindas mulheres. Elas inspiram milhões de canções, são poesia pura, representam muito mais do que aparentemente são. Para nós, homens ou projeto que sou. Para nós, seus amantes, elas são nossos vícios, nossos amores e nossa saudade. São aquilo que já alcançamos e aquilo que queremos alcançar. São, acima de tudo, um mistério. Existe uma ironia bastante particular na história por trás dessas duas poesias abaixo, elas são bastante opostas e com um intervalo de tempo muito curto entre elas. Inspirado por duas garotas diferentes, não é uma dedicação, soa mais como um desabafo às circunstâncias. Na primeira, reclamo com as paredes por querer continuar, mas não poder seguir adiante com a história. Já na segunda, estou bravo comigo mesmo, queria gostar da ideia de continuar, mas é o que menos desejo na verdade. São simples e bastante particulares, deixo aqui para registro e para que de tempos em tempos eu as veja mudando sutilmente aos meus olhos.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Minhas Histórias Verdadeiramente Alteradas (1)

Começa minha nova série, “Minhas Histórias Verdadeiramente Alteradas”. Modifico momentos pelos os quais passei e acho que podem se tornar uma boa história, com o intuito de não ser processado futuramente por outras pessoas que participam de algumas delas e aproveito para tentar espremer  um lado que nem sempre as histórias reais tem, o humor. A ideia é tirar riso de tudo, poesia de tudo. Mostrar que tudo é história, tudo é vida.

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Vinte e cinco horas menos alguns minutos. Era esse o tempo que eu havia levado para conseguir um punhado de balas. Na verdade não era um punhado, era uma única bala que estava presa dentro da mão do fulano, negava tanto solta-la que me confundo com a quantidade de bala toda vez que vou contar essa história.
Era uma quarta-feira, antes disso havia sido uma terça-feira. Eu sabia que iria beijar uma garota na quarta-feira e como a situação estava um pouco ruim para mim, comecei a procurar uma bala de hortelã um dia antes mesmo. As garotas adoram hálito de hortelã, principalmente a que eu iria beijar na quarta-feira (li isso no caderno dela – era aula de Ed. Física).